O Direito de Respeitar os Próprios Limites
Muitas pessoas aprenderam a respeitar os limites dos outros.
Mas nunca aprenderam a respeitar os próprios.
Aceitam cansaço excessivo.
Aceitam sobrecarga constante.
Aceitam esgotamento emocional.
Aceitam viver além da própria capacidade.
Aceitam estar disponíveis o tempo inteiro.
Aceitam carregar pesos que já não conseguem sustentar.
Como se isso fosse sinal de força.
Mas não é.
A verdadeira força também inclui reconhecer limites.
Inclui reconhecer necessidades.
Inclui reconhecer que você não é infinito.
Todo ser humano possui limites emocionais.
Limites físicos.
Limites mentais.
Limites de energia.
Limites de presença.
Ignorar esses limites não produz maturidade.
Produz desgaste.
Produz adoecimento.
Produz desequilíbrio.
Produz uma forma silenciosa de abandono de si mesmo.
Por isso respeitar os próprios limites não é egoísmo.
É responsabilidade.
É autocuidado.
É consciência.
É a decisão de não transformar sua vida em um lugar onde todos podem entrar, pedir, exigir e ocupar, enquanto você desaparece.
Extraído de
Volume III — Evolução Interior
Capítulo 10 — Você Não Precisa Carregar Tudo