Representar constantemente é cansativo
Representar constantemente é cansativo.
Exige vigilância.
Exige controle.
Exige preocupação permanente com a imagem.
A pessoa precisa lembrar aquilo que demonstrou.
Precisa sustentar aquilo que construiu.
Precisa administrar percepções.
Precisa manter coerência com um personagem que talvez já não tenha força para carregar.
Tudo isso consome energia.
Por isso existe uma tranquilidade especial em não precisar representar.
Uma tranquilidade que nasce da autenticidade.
Uma tranquilidade que nasce da coerência.
Uma tranquilidade que nasce da possibilidade de existir com mais verdade.
Quando a identidade encontra espaço para existir sem máscaras desnecessárias, algo muda.
Extraído de
Volume III — Evolução Interior
Capítulo 18 — A Paz de Estar em Paz Consigo Mesmo