Abrir as Mãos Também É Uma Forma de Coragem
"Soltar o controle exige confiar que presença vale mais do que previsão"
Segurar tudo produz a sensação de que, sem esforço permanente, a vida perderá forma. Abrir as mãos confronta esse medo. A pessoa admite que algumas respostas não lhe pertencem, que outras pessoas possuem escolhas próprias e que nenhum vínculo saudável pode ser mantido apenas pela força.
Soltar não significa desaparecer da própria história. Significa permanecer presente sem tentar dirigir todos os personagens e todos os acontecimentos. Você continua escolhendo, protegendo e cuidando, mas deixa de confundir amor com domínio e responsabilidade com onipotência. Há força também em permitir que aquilo que não depende de você encontre seu próprio curso.